sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Que não volta




Quanta saudade eu sinto daquele amor
Outrora vivido em pensamentos
Em horas sentido  em momentos
Saudades de “um”, que não volta

Quanto me doei por esse amor
Quanto suspirei a teu favor
Quanto fui tua e já passou
Do tempo de “nós”, que não volta

Vou te arrancar daqui de dentro
Excluir –te, jogar-te ao relento
E aventurar-me em outros beijos
Permitir-me amores desatentos
Simplesmente ser feliz
Esquecer o tempo, esse “tempo” que não volta


Auxiliadora Rs
25/11/2011  12:44hs

3 comentários:

Arnoldo Pimentel disse...

Saudade que roda os dias e as noites, beijos.

Orvalho do Céu disse...

Olá, querida
As duas primeiras estrofes são feitas pelo meu coração...
Quando um grande amor se vai para sempre... ficam as lembranças inesquecíveis até o Céu...
Bjm de paz e ótimo fim de semana

Barthes disse...

Esse tempo que não volta...Ainda bate à sua porta...