sábado, 27 de julho de 2013

Entender




Queria entender-me,
Compreender o que meu coração anseia
Como posso viver como duas?
Estar apaixonada e ao mesmo tempo magoada?
Como posso em momentos distantes
Me ter assim inconstante?
Se és um encanto
Meu canto 
Eu canto aos quatros cantos
Que és meu manto
Que és meu lamento de amor.
E, num repente,
Me vejo assim
Magoada, amargurada
Por pensamentos de instantes
Que embora eu tente
Me lamente,
Me ausente,
Não me deixa essa agonia
Essa pergunta - Por quê?
Se ao tocar-te sou toda tua
Muito mais que a própria lua
Pertence ao universo
Se não posso te deixar
Viverei a lamentar
Essa covardia
De pertencer a ti incondicionalmente
E não conseguir esquecer
Esse teu instante
de ódio, de vingança
e devemos continuar a viver
na incerteza de um dia
tudo voltar a acontecer
novamente...

Auxiliadora RS
17/08/2011  14:04

3 comentários:

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

O amor tem disso, amiga. Estarmos apaixonados e magoados ao mesmo tempo. UJma relação de amor e ódio, às vezes. mas a gente sempre quer,né? Beijos

Lecy'ns disse...

Olá Amiga Querida!

É verdade somos dualidade tantas vezes..Amiga, deste amor que sentes em teu coração,faça a tua força de vida à seguir sempre avante, pois no amor não existem "porquês" assim como na vida,o Amor é o ápice da vida, bendito quem o sente,e sabe que é Amor. Porém o Sr. tempo é implacável,dissolve mágoas, destila aromas de onde menos se espera, portanto,evidencia a certeza de que Amar,não esperar e seguir.. pode ser a resposta, quem sabe amiga?

Querida, uma semana iluminada e feliz!

Beijos no coração,
Lecy'ns

Célia Maria de Sousa Arruda Jacobino disse...

Olá!
Belissímo texto,com tanto amor,sem ele nossa vida fica sem brilho,sem alma.Esperar sempre por amar e sem cobranças.
Adorei e já estou a te seguir,espero que possa conhecer o meu cantinho,e venha a gostar.
Felicidades no seu caminhar.

http://www.celiamariadesousarrudajacobino.com